Guinness Gana Cervejarias Ltd. regista um aumento de 35,2% no seu volume de negócios em 2024
A Guinness Ghana Breweries Ltd (GGBL), uma subsidiária da Diageo, anunciou um faturamento de 2,3 bilhões de cedis (US$ 148,5 milhões) para o ano fiscal encerrado em 30 de junho de 2024, representando um aumento de 35,2% em comparação com o ano anterior. Este resultado demonstra o crescimento dinâmico da GGBL no Gana, um dos principais mercados de cerveja na África Ocidental, ao lado da Nigéria, Costa do Marfim e Burkina Faso.
Crescimento das vendas nos segmentos de bebidas não alcoólicas e alcoólicas
Este aumento na receita foi apoiado pela forte demanda em diferentes segmentos de produtos. O segmento de refrigerantes, dominado pela marca “Malta Guinness”, cresceu 27%, atingindo 1,1 bilhão de cedis (69 milhões de dólares). Este segmento constitui em média quase metade da receita total da empresa.
Além disso, o segmento de bebidas alcoólicas, incluindo principalmente cerveja, registou um aumento notável de 37%, totalizando 930 milhões de cedis (58,3 milhões de dólares). Por último, o segmento de bebidas espirituosas apresentou o crescimento mais forte, com um aumento de 57%, elevando as suas receitas para 290 milhões de cedis (18,2 milhões de dólares).
Lucro líquido caiu devido a fatores econômicos desfavoráveis
Apesar deste desempenho, o Guinness Gana observou uma diminuição de 12,15% no seu lucro líquido, de 39,5 milhões de cedis (2,4 milhões de dólares) para 34,7 milhões de cedis (2,1 milhões de dólares). Esta descida é explicada por um contexto económico difícil marcado pela desvalorização da moeda local, pela persistência da inflação e por aumentos significativos nos custos de energia e combustíveis. Estes factores contribuíram para um aumento de 39% nos custos operacionais, que atingiram 2,1 mil milhões de cedis (131,6 milhões de dólares).
Conclusão
Com crescimento sustentado nas vendas, a Guinness Ghana Breweries Ltd. fortalece a sua posição de liderança no mercado ganense. No entanto, a diminuição do lucro líquido realça os desafios que a empresa enfrenta num ambiente económico marcado por pressões inflacionistas e flutuações cambiais.
