Femua 2025: Angélique Kidjo, uma diva que “respira o mundo”
Um patrocinador excepcional para a 17ª edição
Angélique Kidjo causou impacto na sexta-feira, 18 de abril, durante a primeira grande noite do Festival de Música Urbana de Anoumabo (Femua). Como patrona desta 17ª edição, ela cativou o público com sua presença magnética. Neste fim de semana, outros artistas como Takana Zion, Kaaris e Smarty também eletrificarão o palco. Este ano, o festival destaca um tema forte: cidadania e segurança no trânsito , combinando música e conscientização.
Um encontro inspirador com a diva beninense
Conhecer Angélique Kidjo é como vivenciar um momento suspenso. A cantora, generosa com as lembranças, falou de seu início marcado pelo amor à percussão:
“Assim que ouvia um tambor, eu corria… Eu sempre o encontrava”, ela lembra.
Sua jornada é imbuída de uma profunda conexão com as culturas do mundo, um legado de uma família com raízes que se estendem entre Benin e Brasil.
Entre a filosofia, o humor e a emoção
Assim como suas canções, a conversa com Angélique Kidjo oscila entre filosofia, humor e emoção. Conhecida por sua curiosidade insaciável, aquela apelidada de “Por que, quando, como?” » encarna um artista que “respira o mundo” e carrega vozes esquecidas.
Um ativista comprometido com a liberdade e a justiça
Angélique Kidjo não hesita em se envolver. Ela lembra fortemente a importância de defender os direitos fundamentais:
“Até que esclareçamos todos os presos políticos, não teremos sociedade, não teremos paz”, diz ela.
Para ela, a música também é um veículo de luta pela dignidade humana.
Conclusão
Com sua presença na Femua 2025, Angélique Kidjo provou mais uma vez que não é apenas uma grande artista, mas também uma consciência para o mundo. Por meio de sua voz e seus compromissos, ela nos lembra que a música pode ser uma alavanca poderosa para a mudança e trazer novas oportunidades de crescimento e liderança para mulheres empreendedoras.

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